Absolutamente tudo sobre Síndrome do Pânico e como enfrenta-lá

Absolutamente tudo sobre Síndrome do Pânico e como enfrenta-lá

Você está tranquilo num sábado à tarde. Está em casa com a família quando de repente, como um botão de liga e desliga, começam as sensações desagradáveis. Primeiro surge a agonia, seguida de dor no peito e coração acelerado. Parece que está à beira de um ataque cardíaco. O mal-estar dura poucos minutos, mas o tempo suficiente para você correr ao pronto-socorro e ficar com medo por muito tempo.

Situações como essa são decorrentes de quem sofre com crises de pânico. Na maioria dos casos, as pessoas relatam situações bem parecidas com a descrita acima. Mas fique tranquilo. Esse transtorno pode ser controlado.

Neste texto, vamos mostrar o que é preciso saber sobre ansiedade e síndrome do pânico, os principais sintomas e técnicas para controlar as sensações ruins. É importante lembrar que as dicas a seguir não substituem o tratamento com especialistas – terapeuta, psicólogo, psicanalista, psiquiatra e outros.

Conheça os transtornos: o que são ansiedade e pânico

Ansiedade é uma reação normal do nosso corpo que surge em momentos de mudança ou ameaça. É aquele sentimento antes de você realizar algo difícil ou esperado, como uma prova, uma viagem ou um encontro com a namorada. No entanto, no transtorno de ansiedade generalizada (TAC), essa ansiedade é muito grande e dura muito tempo, além de ocorrer diariamente.

Já a síndrome do pânico, segundo o psicólogo Alcides Guerra, é uma consequência da ansiedade onde a glândula suprarrenal produz uma quantidade muito alta de adrenalina, que age no Sistema Nervoso Autônomo – responsável pela atividade automática de várias funções –, e ativa o Sistema Nervoso Simpático, que inicia as reações de luta ou fuga, preparando-nos biologicamente para enfrentar determinado perigo real. Acontece que durante a crise a pessoa não está enfrentando um perigo e recebe mesmo assim essa carga de adrenalina. Os sintomas do pânico geralmente atingem o auge em 10 minutos e cessam em 20 minutos.

ilustração das reações do corpo sobre síndrome do pânico


Ciclos do pânico

Após a primeira crise sempre há o medo de sofrer novamente. É normal. Afinal, você nunca sentiu nada parecido e o episódio traumatizante fica registrado na memória. Por exemplo, se uma pessoa teve uma primeira crise durante a noite, cada vez que for dormir o corpo poderá produz adrenalina. Então a pessoa pensa: “acho que vou entrar em pânico”. Quanto mais atenta às sensações ruins que vão aumentando, mais preocupada a pessoa fica. Dessa forma, o monitoramento in­terno passa a ser mais intenso. Esse é o primeiro estágio do pânico, chamado de ansiedade antecipatória.

Mantendo os pensamentos catastróficos sobre o que pode vir a acontecer, surge a temida crise de pânico novamente – 2º estágio do ciclo.

A solução encontrada para o momento da crise é fugir do local ou da situação que provo­cou a crise. Buscando um alívio, o corpo vai normalizando e voltando à calma. É o estágio de fuga e alívio.

O estágio final do pânico é o da desmoralização. A pessoa pode criar expectativa de enfren­tar essas situações temidas sem sentir nenhuma ansiedade, o que é quase impossível. Assim, o indivíduo acaba tendo um pensamento extremista: “não posso sentir nenhuma ansiedade ao enfrentar situações temidas”.

Ilustração ciclo das crises de pânico


Vamos às dicas

Primeiro passo: pense positivamente

De acordo com Alcides, durante o dia temos vários pensamentos chamados automáticos, que são rápidos, econômicos e bem distorcidos da realidade. E são eles que alimentam as crises. Por exemplo: “estou passando mal, vou morrer”. Outro nível de pensamento são os intermediários, que são regras e suposições: “se há algo de errado com meu corpo, tenho que me monitorar o tempo todo para evitar riscos”.

Então, a primeira dica é pensar positivo e começar a questionar esses pensamentos negativos. Troque “vou morrer” por “sou muito jovem para ter algo”; substitua o “há algo errado com o meu corpo” por “já fiz exames médicos e não há nada de errado, é só ter calma”.

Segundo passo: relaxe mais

A falta de ar geralmente acompanha a crise do pânico e ela aumenta a sensação de agonia durante o transtorno. Para melhorar o bem-estar durante as sensações desagradáveis, a respiração deve ser o foco de toda a sua atenção. Tente respirar de forma lenta e profunda, sinta o ar entrando aos poucos em seu corpo até que o seu peito se abra e até onde não conseguir mais inspirar. Em seguida, solte o ar vagarosamente pelas narinas. Aos poucos, vá controlando a respiração para que você inspire o ar em uma velocidade e solte o ar um pouco mais devagar do que inspirou. Mantenha essa respiração constante.

Comece o relaxamento dos músculos pelas extremidades, relaxando os pés, os dedos dos pés, os tor­nozelos, as pernas. Descontraia cada membro do corpo. Não esqueça a respiração constante. Expire um pouco mais devagar do que inspirou. Solte as mãos, os dedos, os braços e os ombros. Também as costas, o abdômen e o quadril. Agora vá para a sua face e relaxe cada músculo. Você irá sentir como estamos tensos no dia a dia.

Terceiro passo: procure se distrair

A distração é outro recurso importante no tratamento da ansiedade. Ela é um exer­cício fundamental. Ficamos distraídos quando fazemos aquilo que gostamos ou quando estamos trabalhando em algo. A distração evita o ócio, que é quando ocorrem os pensamentos negativos, deixando a pessoa ansiosa. Então é fundamental viver o presente, não voltar ao passado e tampouco se preocupar exageradamente com o futuro.

Quarto passo: questione os pensamentos e os medos

Este é um bom exercício que amplia a consciência sobre aquilo que causa ansiedade. Quando algum medo lhe invadir, ou qualquer pensamento desagradável, pergunte a si mesmo o que de pior poderia acontecer nessa situação? Como eu enfrentaria?

Ilustração pensamentos negativos da síndrome do pânico

Quinto passo: faça um planejamento para controlar a ansiedade

É importante ter um planejamento para controlar a ansiedade e a síndrome do pânico, visualizando começo e fim. No ebook Em Busca da Superação – Síndrome do Pânico, o psicólogo Alcides Guerra resume as etapas e objetivos do tratamento do transtorno do pânico. Antes de procurar um especialista, você já pode responder essas perguntas e chegar no consultório com mais informações.

1ª etapa: fase educativa para conhecer o pânico;

2ª etapa: desenvolver capacidade de autorregulação emocional através de relaxamento, respi­ração diafragmática, meditação;

3ª etapa: aumentar a tolerância em relação à excitação interna. É chamada de exposição intero­ceptiva, alcançada pelos exercícios de exposição gradual às sensações corporais temidas;

4ª etapa: buscar a distração fora de si, quando as sensações dentro de si causarem ansiedade. A distração é alcançada observando tudo à volta a fim de desviar pensamentos catastróficos;

5ª etapa: desenvolver vínculos, rede de relacionamentos de apoio para diminuir a vulnerabilida­de e o desamparo;

6ª etapa: compreender e resolver os fatores estressantes que contribuíram para o aparecimento das crises (mudanças de vida, perdas, separações, problemas profissionais, conflitos familiares, dívidas etc). Conhecer o tipo de personalidade e origem, a história de vida e a educação e enten­der como isso contribui para manter a ansiedade.

Sexto passo: aceite a ansiedade

Aceitar as sensações físicas ao sentir a ansiedade generalizada pode parecer contraditório, no entanto, representa muito no tratamento para controlar as sensações desagradáveis. Lutar contra as sensações irá aumentá-las. Quando aceitá-las, você é capaz de aplicar outras técnicas de relaxamento simultaneamente até que as sensações sejam amenizadas.

Sétimo passo: observe e contemple o ambiente

Evite ficar olhando para dentro de si, monitorando e se preocupando com as sensações desagradáveis. Olhe para fora, observe tudo ao seu redor, cada detalhe. Envolva-se com os acontecimentos externos, com o que há de bonito, divertido, diferente. A ansiedade estará com você, ao seu lado, mas não olhe para ela.

Oitavo passo: não se tranque em casa

Você pode diminuir a quantidade de coisas que faz e a rapidez com que as exerce, mas continue ativo. Faça um esporte, procure programas com os amigos. Não tenha medo de passar mal. Sempre haverá alguém para ajudar. É como estar remando contra a correnteza: ela atrapalha, segura, mas ainda é possível continuar seguindo em frente.

Nono passo: treine sensações desagradáveis

Por que não desafiar os sintomas da crise do pânico? Essa é uma técnica que muitos psicólogos receitam. A estratégia contribui para se preparar para sensações desagradáveis.

Exemplos de um exercício

– Sacuda a cabeça de um lado para o outro por 30 segundos

– Corra parado no lugar por 1 minuto

– Respirar através de um canudo fino por 2 minutos

– Olhar fixamente para uma luz fluorescente e depois tentar ler

– Rodar em torno de si mesmo, olhando para o dedo indicador apontado para o teto

Ao criar sensações desagradáveis e suportá-las faz com que a pessoa se torne menos sensível, se fortalecendo e aguentando melhor os desconfortos da crise do pânico.

Nono passo: enfrente situações que desencadeiam o pânico

Cada pessoa tem um fator que desencadeia as crises. É interessante aprender a lidar com eles. Para isso deve ser feito um planejamento:

1) Listar todas as situações que geram medo de ter crises;

2) Dar uma nota de 0 a 10 correspondente ao grau de medo (0 = mínimo e 10 = máximo) de cada item;

3) Colocar por ordem do que causa menor medo para o que causa maior medo;

4) Começar pelo mais fácil (o que causa menor medo), dividindo o primeiro objetivo em vários passos.

Exemplo: vamos supor que a situação que causa um menor medo de ter crise seja andar de ônibus. Dividiremos a tarefa (exercício de exposição) em vários passos, para fazer de forma bem suave:

1º Fazer um mapa do trajeto do ônibus;

2º Pegar o ônibus junto com uma pessoa de confiança, pelo trajeto mapeado, em horário tran­quilo;

3º Pegar o mesmo ônibus, com a mesma pessoa, em horário de rush;

4º Pegar o mesmo ônibus, em horário tranquilo, estando sozinho, sendo que o amigo estará no ônibus da mesma linha que vem logo atrás;

5º Pegar o mesmo ônibus sozinho, em horário de rush, sendo que o amigo está no ônibus de trás

6º O amigo sai na frente com um ônibus e lhe espera vir com outro ônibus no ponto final.

Décimo e último passo: perca o medo de alguns mitos

Ao sentir os sintomas da reação de luta ou fuga, a pessoa acha que está enlouquecendo, pois a crise causa uma certa despersonalização – a pessoa sente-se distanciada de si mesma, parecendo que não é ela, parece se ver de fora – ou certa desrealização – a realidade parece es­tranha, um sonho. Na classificação dos transtornos mentais e de comportamentos, o pânico é classificado como neurótico, fazendo parte dos transtornos ansiosos. Nesses transtornos a pessoa reconhe­ce que o que acontece com ela não é normal e busca ajuda. Continua orientada para a realidade, ou seja, não tem nada a ver com loucura.

Outro mito. As pessoas acham que durante a crise a ansiedade vai crescer indefinidamente até a perda total do autocontrole. Acontece que quando a pessoa está com muito medo (vulnerável ou desamparada), ela busca proteção e não faz nada que possa piorar a situação.

Desmaiar também é um medo recorrente. É muito difícil a pessoa desmaiar só por ansiedade. Isso é mais provável acontecer em al­guns quadros clínicos como hipoglicemia (baixo nível de glicose no sangue) e pressão arterial que gera a sensação de desmaio, mas que nem sempre chegam a acontecer.

E nada de achar que terá ataque cardíaco. O cardiologista André Gomes Andrighetto já respondeu essa pergunta aqui no Pânico Terapia. Segundo ele, os transtornos nunca irão se transformar em um infarto. São situações muitos diferentes.

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de autoria de: Eduardo Correia

Idealizador do projeto Pânico Terapia.

Existem 35 comentários para este artigo
  1. marcilena pedrita at 4:50 pm

    Ola, adoro essas postagens que vc coloca na comunidade, elas ajudam muito a nós paniquetes kkkk, eu tenho transtorno porém nao deixo tomar conta da minha vida. Leio bastante a respeito pra poder aprender a controlar. Obrigada. Como nos existem muitos. É importante ajudar.

  2. Samantha at 12:40 pm

    Essea dias, tive uma crise de pânico dentro do ônibus, e não foi a primeira vez. Mas consegui me controlar seguindo por instinto essas dicas: pensei positivo, respirei e procurei me distrair. O problema é que meu medo foi de um assalto. Era de noite e entraram pesssoas com caras muito duvidosa. Eu tinha certeza que assaltariam o ônibus. Já cheguei a pegar outros ônibus e desviar meu caminho, chegando atrasada ao meu destino, mas com a sensação de que escapei por pouco. Eu sei que o pânico vem de dentro de mim, no entanto, o perigo é real. Não há como negar que estou sujeita a isso e NINGUÉM poderá me ajudar. Nenhuma dessas dicas para enfrentar o medo se aplicam a esse caso. (Não vou entrar numa favela só pra ver quão ruim pode ser) e filmes brasileiros que retratam essa realidade só me deixam ainda mais aturdida. Não vejo como isso pode ser melhorado, acho que é um medo real e completamente justificável. Lidar com a imaginação é fácil, mas lidar com a dissociação real das pessoas… Bom, não sei se aprenderei um dia.

  3. Erlane lins at 5:35 pm

    Nossa gostei dimais, já tive síndrome do pânico meu Deus é horrível até tomo remédio pra ansiedade mais é uma luta diária crises amém não tenho mas, mais a ansiedade é horrível mais hoje sei mim controla graças primeiramente a senhor Jesus e a minha força de vontade

    • Eduardo Correia Autor at 1:12 am

      Obrigado pelo contato, Erlane. Fico feliz que esteja controlando a crise. É interessante sempre ler sobre as crises e buscar pequenos mudanças de hábitos para buscar cada vez mais o bem-estar.

      Forte abraço e muita paz!

  4. Clair Maria Pomorski Rocha at 7:33 pm

    Olá!
    Fui diagnosticada com Hipertenção. Aí surgiram as crises de pânico. O próprio cardiologista queria me mandar para um psiquiatra!. Lendo suas postagens, me identifiquei tudo o que sentia…Foi terrível!! Corria para a emergência, achando que iria enfartar…rsrs
    Agora estou bem mais calma, vou procurar ajuda sim, mas principalmente, me ajudar. Muito Obrigada!! Graças as suas informações, estou conseguindo superar esse transtorno. Obrigada!!

    • Eduardo Correia Autor at 1:10 am

      Boa noite, Clair. Fico muito feliz que as informações estão sendo relevantes para você e outras pessoas. A intenção é essa. Todas as pessoas sentem as mesmas sensações durante o transtorno. Isso também ajuda para entendermos que nada de ruim vai acontecer e essas sensações vão passar. É interessante você continuar com tratamentos e aprendendo cada vez mais sobre o transtorno. Isso ajuda muito.

      Muita paz e um abraço!

  5. Antonia Daghetti at 12:47 am

    Eu tenho sindrome do panico ha mais ou menos uns 8 anos e no começo as crises eram la de vez em quando..agora tenho a todo momento e estou sentindo outros sintomas juntos ..sensaçao de estar fora do meu corpo de estar morta e etc…nao tenho mais vida ..nao trabalho mais nao estudo e mal saio de casa…estou sempre cm tontuta mal estar e sensacao ruim isso é normal da sindrome do panico ou posso ter outra coisa pk ja fiz varios exames e nao mostrou nada…me ajuda..ja nao sei mais o que fazer..

    • Paulo at 3:32 pm

      Olá Boa tarde amiga Antônia! eu passei pelo mesmo problema que você descreve em seu comentário, uma sensação que alma saiu do corpo, eu me sentia fraco impotente parecia um velho de 80 anos, mas isso passa, força que vai passar, parece uma luta sem fim, mas isso vai ser um baita aprendizado de vida, viva não tenha medo de viver!! Abraços boa sorte!!

  6. Rafael Castro at 4:58 pm

    Olá amigo, consegui ler em seu texto extamente tudo o que está acontecendo comigo no dia dia! Irei começar a me tratar agora com um médico e quero seguir suas dicas para que minha recuperação seja praticamente total! Obrigado por nos ajudar. Deus lhe abençoe e lhe ilumine sempre!

  7. Elaine at 12:12 am

    Doutor desde que passei põe uma fase difícil com minha filha desencadeie uma síndrome do pânico não consigo sair de casa fixo tremendo suando falta de ar e um negocio esquisito na cabeça e umas faltas de memoria. Tomo rivotri há 5 anos queria parar mais estou dependente. O que eu faço? Não me dou com antidepressivos. Obrigada .perdi a vontade de viver.

    • Carlos at 6:36 pm

      Oi Elaine,

      Minhas crises de panico haviam parado, agora voltaram bem fortes, a sensação que me deu foi pular do andar que moro um andar bem alto, isso vem batendo minha mente quases todos os dias.
      Daí eu te falo: eu quero me matar? Eu quero viver por muitos anos e morrer bem velhinho. E porque passo por isso? Porque é preciso saber viver, não é fácil, parece que estou louco e ao mesmo tempo perdi a noção da importância da Vida.
      Mas uma coisa tenho certeza, que um dia agradeceremos por ter passado por tudo isso e por orgulharmos de tanto que somos fortes e protegidos por Deus.
      Seja forte, faça atividades física, Leia e toda vez que vier esse pensamento destrutivo, diga a si mesma: pensamento vc é apenas fruto da minha imaginação e eu nasci para ser feliz.

      Tenho certeza que vc ficará bem e superará tudo isso. Deus te abençoe, vc é uma mulher vitoriosa e vencedora.

  8. juslene fatima souza mesquita. at 2:54 am

    sou muito ansiosa,quando tenho algo,diferente para realizar,tenho umas sensações diferentes,como taquicardia,sudorese,tremores,sensçaõ de desmaio,as vezes tenho medos,infundados.
    Sou hipertensa,mas meu cardiologista,disse,que essa sensçaões naõ tem nada a ver com p´ressaõ alta.
    Já desmarquei,viagens,festas ,com medo de passar mal.
    As vezes estou no trabalho, e do nada começo a sentir tonturas,dores no corpo,fico achando que vou ter um infarto ou um avc.
    sera que é panico?

  9. Rodrigo Meirelles at 4:11 am

    Olá, tenho a Síndrome do Pânico desde os 9 anos de idade, hoje tenho 27. Estou escrevendo um livro sobre o assunto e gostaria de compartilhar algumas informações do site nele. Se possível entre em contato através do e-mail. Obrigado, Rodrigo Meirelles.

  10. Rosane Godinho at 12:12 pm

    Muito bem esclarecido. As pessoas precisam entender melhor sobre esta questão. Assim elas compreenderão melhor asi mesma e outro. Caso venham passar por isso.

  11. Rosane Godinho at 12:15 pm

    Muito bem esclarecido! As pessoas precisam entender melhor sobre esta questão. Assim elas entenderão melhor a si mesmo e o outro. Caso venham passar por isso ou até prestar
    ajuda quando alguém estiver nesta situação.

  12. Danyelle melo at 1:41 am

    já me deu uma boa tontura, q bati meu carro c meus 2 filhos , quase morremos….
    esse negócio de confrontar o pânico p mim n deu muito certo!!!!! Já tinha medo de pilotar moto , por causa de um acidente c meu marido , agora também tenho medo de dirigir…..
    Isso tem 2 meses e me isolei novamente …
    Não saio + do meu quarto e já Fasso o tratamento a 3 anos e já tentei suicídio 5 x……
    tenho depressão, síndrome do pânico, insônia crônica ,bipolaridade , ansiedade extrema….
    minhas medicações são:
    manhã; sertralina 150mg , quetros50mg
    noite; rivotril 4mg , topiramato 100mg, quetros50 MG. . Gostei das informações!!! obrigada pela ajuda!!!!!

  13. isaura ribeiro pires. at 11:27 am

    Bom dia,voce nao tem ideia de como essas informaçoes me ajudaram a enfrentar esse mal.faz oito anos que tenho sindrome do panico sinto todos os sintomas relacionados aqui, agora apareceu mais um,MEDO DE ENGOLIR,nao tenho mais prazer em me alimentar,socorro me ajudem.GRATA.

    • Martha at 8:21 pm

      Boa tarde Isaura, vi seu relato na internet sobre sindrome do panico. Tenho dificuldades para engulir tambem, comer e uma tristeza. Ja me afoguei com um pedaço de carne e fiquei assim. Tomo medicaçao e mesmo assim tenho crises diariamnete

  14. Gabriela at 1:57 am

    Cara! Muito obrigado! Muito obrigado mesmo. Quem sente isso sabe quão horrível é essas sensações de ansiedade e pânico. Seu texto foi muito esclarecedor! Deus te abençoe!

  15. Bia at 2:10 am

    Não tenho palavras pra dizer o quão iluminado você é por essa inciativa! Só quem passa por isso sabe e consegue, realmente, se sensibilizar tanto com o assunto. Muito obrigada! Que coisas maravilhosas estejam sempre ao seu alcance!

  16. Valeria Goncalves at 12:01 am

    Oi Eduardo
    Gostei muito do seu artigo sobre sindrome do Pânico. Muito detalhado e o vídeo excelente.
    Sou Psicóloga Clínica e postei seu artigo na minha página do face .
    Sua iniciativa é de muita valia pois contribue para a importância de termos saúde Mental.
    Um grande abraço.
    Valeria Gonçalves.

  17. alex at 6:43 am

    po cara bem legal seu post, passei por isso nao sabia que afetava tanta gente e por.tempo.prolongado assim” vai achar.loucura mas me.livrei dsso em.2 meses, po mas sempre li sobre no.google.leio.ate hoje depois d um ano livre acho bem.foda pessoas que querem ajudar.parabens mano

  18. geni simone wulhynek at 1:55 pm

    Ola tudo bem?
    Eu tenho sindrome do panico a 4 anos e ta cada vez pior, agora quando tenho as crises, minha pressao chega a 20/10 por isso aho que vou infartar, vou pro hospital faço exames e esta tudo bem, o que faço me ajudem, nao aguento mais estas crises, sera que nao vou ter um infarto mesmo? o meu medo e de morrer.

  19. Pedro Lopes at 2:02 am

    Olá , achei muito interessante. Essa parte do enfrentamento, eu tinha muito medo de temporais e tinha ataques sempre que caia relâmpagos, eu corria para o quarto dos meus pais, depois de um tempo isso não passava contava tendo crises, daí eu comecei a dormir só e melhorou, depois eu resolvi me desafiar e troquei as telhas de casa para telhas de alumínio para aumentar o barulho durante os temporais, depois de um tempo parou.

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